Nunca estivemos tão privados da proximidade do outro e nunca a distância foi tão próxima pela necessidade de nos unirmos.
Cada um, cada vez mais na sua casa, sozinho ou em família, cada um na sua solidão externa e interna [que esta seja a mínima possível], cada um na sua luta diária pela sanidade física e mental. Manter a distância neste momento é símbolo de Amor, neste momento é requisito para salvar vidas.

Estaremos a viver a maior das distâncias?
Quantas vezes sofremos porque as nossas emoções anseiam uma coisa e a nossa mente outra? Frequentemente vivemos num conflito “emoção vs. razão”, e esta luta entre a mente e o coração, deixa-nos intranquilos e suga-nos a energia necessária ao nosso bem-estar.
Ouvimos muitas vezes que a forma mais acertada de tomar decisões é colocando a emoção de lado e ouvindo a razão, mas várias investigações em neurologia têm vindo a demonstrar que a razão pode induzir ao erro quando não sustentada pela emoção. António Damásio, provou que a componente emocional do nosso cérebro é a mais decisiva no processo de tomada de decisões.

Recentemente cruzei-me com a expressão “A maior distância é a que separa a mente do coração. E quanto maior for esse fosso, maior é o sofrimento humano”. Nesse sentido, venho reforçar a necessidade de acolhermos as emoções e os nossos pensamentos, a necessidade de prestarmos atenção à razão, mas também às emoções, pois ambas são fundamentais, ambas têm o seu poder e valor.
Em consultório verifico muitas vezes as consequências de mantermos afastados o coração e a mente, não obstante, o sofrimento que daí deriva.

Que nesta distância obrigatória que vivemos, nos permitamos a quebrar a distância entre o intelecto e as emoções.
Citando Tomás de Aquino “nada existe no intelecto que não tenha antes passado pelos sentidos”, faz sentido, nas faz?

Mantenha a proximidade entre o coração e a razão, e na dúvida, ouça um bocadinho mais o seu coração.

Com amor,
Débora ♡

Conseguir desfrutar da vida pessoal e profissional é um dos maiores desafios atuais, sendo a conjunção “ou” repetidamente usada no nosso discurso interno “ou invisto na família ou invisto na carreira, ou tenho tempo para mim ou faço horas extraordinárias”. Somos juízes do nosso tempo, decidindo para que lado tomba a balança, como se uma dimensão não deixasse espaço para outra. Quando usamos a conjunção “ou” estamos perante um conflito entre o trabalho e a vida pessoal, o que pode ter consequências na saúde e bem-estar. Mas será que esta relação tem de ser sempre disfuncional e vivida de uma forma negativa? A resposta é não. A relação entre estes dois domínios pode ser equilibrada, a conjunção “e” pode ser usada: é possível ser-se um bom profissional, viver em pleno as relações familiares e desfrutar de momentos de qualidade. É possível alcançar o equilíbrio, mas para isso é necessário abrir mão da perfeição desejada e estar desperto para o momento presente.
Na receita do equilíbrio é importante distinguir o que é possível fazer, daquilo que seria ideal, aceitar que o que é possível ser feito é suficientemente bom e libertar a culpa de não se alcançar a perfeição, deixar-se absorver inteiramente pelo que está a fazer e conseguir fechar a porta aos pensamentos do outro domínio. Os passos para a receita do equilíbrio são simples de identificar, desafiantes de implementar e gratificantes de manter. As sensações de sobrecarga e de estar constantemente em falta não precisam de ser uma presença na sua vida e podem ser substituídas pelo desfrutar tranquilo de cada momento.

Madalena Mascarenhas
Psicóloga Clínica e Coach

Pedem-nos que sejamos autênticos, verdadeiros. Que mostremos a nossa essência. O que nos caracteriza. Mas exigem-nos casas Pinterest, tostas de abacate ao pequeno-almoço e fotos em biquíni. Dá likes, engagement, que dão clientes, acesso a empregos, amigos e relações amorosas.
Vivemos tempos difíceis em que a afirmação da identidade está muito condicionada pelo que é suposto postar nas redes sociais, o que nos vai abrir a porta de uma vida de sucesso. Fazemos parte da cadeia influenciador – influenciado – influenciado que influencia- …
Mas sou daquelas que continua a gostar das pessoas pelas suas características diferenciadoras, pelas suas qualidades, defeitos e feitios. Pela imperfeição, pelos hábitos estranhos, pelo que me acrescentam.
Acredito que o nosso valor está nas nossas diferenças e o nosso encontro possa ser essa partilha, essa troca.
Conta-me. Qual a característica que mais te diferencia, que te torna única/o, especial?

Francisca Lima
Teatro Terapêutico

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Que alegria e gratidão por podermos estar juntas aqui neste caminho de Amor.


Com amor,

Débora ♡